10. Rule of Rose (PS2)
Embora tenha recebido críticas cruéis na época de seu lançamento, Rule of Rose foi também unanimidade: sua história e a forma como ela é contada são incríveis. Jennifer é uma jovem de 19 anos que recebe um livro de histórias de um garotinho num ônibus. Sem entender nada, a desafortunada garota segue o menino até um orfanato onde ela revive lembranças terríveis. O jogo se destaca por adicionar um elemento curioso ao clima de horror: Jennifer conta com a ajuda do cachorro Brown, único amigo dela em meio às maldades praticadas pelas crianças no orfanato e uma enorme ajuda contra os monstros que surgem no local.
9. F.E.A.R. (PS3)
8. Siren (PS2)
Siren é um filhote de Silent Hill, literalmente. O diretor do jogo é Keiichiro Toyama, que também dirigiu o primeiro Silent Hill, e a estética é bastante parecida, com direito a imagens nebulosas e ambientes escuros. Em vez da cidade americana, no entanto, os jogadores são apresentados a uma pequena cidade no Japão e uma história bem oriental envolvendo um ritual, uma entidade demoníaca e seus respectivos servos. Além disso, a trama é contada de forma não convencional, sem ordem cronológica, apresentando a história aos poucos. Siren é tão bem sucedido em criar um ambiente de horror e desespero que pode parecer até “impossível” em alguns momentos, mas ainda merece ser jogado. Assim como suas sequências, incluindo aí o episódico Siren: Blood Curse, disponível na PSN.
7. Parasite Eve (PS)
6. Série Alone In The Dark
5. Clock Tower (PS)
Se Alone In The Dark ajudou a moldar o survival horror, Clock Tower foi praticamente o jogo que criou esse gênero. Nemesis perseguindo Jill Valentine pelo cenário? Isso é influência de Clock Tower, que trazia um assassino com uma tesoura gigante perseguindo sua protagonista. A ausência de uma barra de HP ou indicação precisa do estado de saúde do protagonista? Também veio de Clock Tower, que exibia essa informação através de um quadrado colorido atrás do rosto de Jennifer. A série morreu após um último jogo mal sucedido lançado em 2002 para PS2.
4. Dead Space 2 (PS3)
O jogo mais recente da lista é uma verdadeira joia do horror em tempos atuais. Como o nome indica, Dead Space 2 é ambientado no espaço, mas mantém todos os traços básicos de um survival horror: corredores apertados dando aquela sensação de claustrofobia, pouca munição, ambientes mal iluminados e um clima de tensão constante. Se o primeiro jogo já foi bem sucedido ao colocar o protagonista, Isaac Clarke, numa situação terrível, o segundo eleva isso a uma nova potência, criando um horror psicológico e mostrando que nenhum personagem poderia sair mentalmente ileso de uma experiência assim.
3. Fatal Frame 2: The Crimson Butterfly (PS2)
Já tirou alguma foto e depois viu um vulto estranho nela? A série Fatal Frameapropriou-se das lendas urbanas envolvendo espíritos captados em fotografias e apresenta uma história criativa envolvendo a Camera Obscura, que é capaz de exorcizar espíritos vingativos ao ser disparada. Sim, em Fatal Frame você não usa armas, mas tira fotos dos fantasmas. Pode parecer estranho, mas funciona magnificamente para o horror, obrigando o jogador a encarar o monstro. Some isso a um clima tenso de terror japonês e uma história tocante de amor fraternal entre duas garotas e Fatal Frame 2 é o grande representante da série neste Top 10.
2. Resident Evil 4 (PS2)
Indiscutivelmente a franquia mais marcante do survival horror, Resident Evil vem desde os anos 90 impactando o mundo dos games. Pode parecer estranho, mas o escolhido para representar a série aqui foi Resident Evil 4, considerado por muitos o momento em que a série deixou o campo do survival horror e passou para um lado de mais ação. A verdade é que o jogo não só fez o gênero sair do ponto estagnado em que se encontrava (com câmeras fixas, cenários pré-renderizados, controles duros e inimigos repetitivos), mas também criou um novo gênero: os shooters em terceira pessoa com visão acima do ombro. Embora haja controvérsias, o game manteve o clima claustrofóbico, lançando uma quantidade enorme de inimigos contra o jogador, além das armadilhas e puzzles espalhados pelo cenário.